O tamanho da queda

Posso dizer que cheguei ao topo, cheguei ao topo da vida, cheguei ao topo do amor, enfim estou no topo. E decididamente estou prestes a me jogar. Isso ai, me jogar daqui de cima, não tenho medo nenhum de cair e nem das dores, recuperar-me é fácil. Mas infelizmente não posso dizer que não tenho nenhum medo.

Tenho medo de como vou seguir em frente depois, de como vai ser. Pra resumir posso colocar em palavras que tenho medo do incerto, de como vai ser depois que eu me recuperar das minhas dores. Até porque não tenho nenhuma dúvida da minha recuperação, nenhuma queda é uma derrota. Mas tenho medo do que não posso prever.

Mais essa minha história de medo do incerto já não é novidade. Sempre tive medo do imprevisível, hoje eu tenho até um pouco mais de controle sobre isso, porém não controlo ainda totalmente.

O maior segredo de todos, bom não é bem um segredo, é mais uma dica. Você precisa ser realista, com tudo. Não digo que você não deva sonhar às vezes sem ter os pés no chão, mas se você viajar muito a queda é sempre maior.

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Publicado por

Gabrielly Cabral

Gabrielly Raphaella Rodrigues Cabral, 18. Sou de São Paulo e amo essa cidade grande e barulhenta. Gosto de livros, filmes, músicas e etc. E acho que é só.

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