A que preço nos colocamos?

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Eu estava a pensar esses dias, sim esses dias mesmo, mais especificamente após não ser aprovada na faculdade que eu queria e ter ficado em meio a uma pequena crise existencial. E então me veio essa pergunta “A que preço nos colocamos?”.

E eu estou realmente confusa em relação a isso, eu dignei horas da minha finita existência pra me chatear por causa de uma instituição de ensino superior? Isso não é toda a minha vida, não é mesmo? A criança que eu fui entenderia completamente o fato de eu ser reprovada e seguiria em frente e porque a garota que eu sou não entende? Por que a gente se incomoda tanto em perder?

Eu perdi, perdi esse ano e talvez no próximo ano se eu fizer diferente talvez eu não perca, mas qual a definição de perda? Entende?

Isso tudo não é concreto e muito menos absoluto.

Faz parte perder.

Eu perdi e vou perder muitas outras vezes durante toda a minha vida.

Estou totalmente disposta a isso, porque em meio as perdas, se você olhar bem direitinho tem sempre um pontinho de felicidade, mas esse pontinho pode ser grande ou pequeno e só você pode definir o tamanho dele.

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Publicado por

Gabrielly Cabral

Gabrielly Raphaella Rodrigues Cabral, 18. Sou de São Paulo e amo essa cidade grande e barulhenta. Gosto de livros, filmes, músicas e etc. E acho que é só.

19 comentários em “A que preço nos colocamos?”

  1. O nosso sucesso é marcado por derrotas e vitórias. Mas sempre aprendemos mais com nossas derrotas do que com nossas vitórias, pois elas nos mostram como agir da próxima vez que tentarmos.
    Um grande beijo e não desanime, pois você é uma vencedora nata.
    Alex

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    1. Você tem toda razão, as situações em que ganhamos são prazerosas, mas pouco aprendemos com ela e é exatamente por isso que existem as situações complicadas.
      Somos todos vencedores ❤

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  2. Seu texto me emocionou Raphaella…
    Sim, é difícil perder, ainda mais quando a gente dedicou muito, muito tempo por alguma coisa. Mas há males que vem para bem, não tem jeito, de uma forma ou de outra a gente pode aprender. Só que pra aprender com as derrotas, a gente tem que estar disposto a levantar a cabeça, olhar em volta, se colocar em perspectiva, ver que nossas vidas são apenas gotas nessa imensidão de mundo. Não é fácil sempre, mas podes crer que vale a pena…

    E você já parece estar no caminho certo ❤
    Bons estudos esse ano e vamos que vamos ❤ ❤

    Beijos!

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  3. Que texto mais emocionante Rapha!! E posso te garantir que isso é apenas uma fase de sua vida e que logo passa, e há perdas que vem para o nosso bem, e você pode levar isso como um aprendizado, pois infelizmente nem tudo na nossa vida é como realmente nós queremos…
    Mas fica bem que no fim tudo se ajeita e dá certo, e bons estudos pra nós hehe.
    Um beijão ❤

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  4. Oi, Rapha!! Eu amei seu texto, acho que traduz o que venho pensando faz um tempo… parabéns pelo texto e pela forma positiva de encarar essas “percas”, que na verdade muitas vezes simplesmente não rolou, porque tem outras coisas por virem! Te indiquei ao Prêmio Dardos aqui no blog, https://nayararosolen.wordpress.com/2016/01/20/premio-dardos/, espero que seu ano já esteja sendo incrível e desejo que termine da mesma forma!!! Beeeijos :*

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  5. Que texto lindo. Muito me identifiquei.
    Eu fiquei assim a primeira vez que fui reprovada, e chorei por meu pai não acreditar em mim achando que uma universidade particular era a solução. Eu tentei de novo e embora tenha passado o ano inteiro me pressionando a provar alguma coisa a mi mesma e a outras pessoas, eu consegui. Consegui porque, como vvocê disse, fiz diferente.
    As “perdas” só continuaram desde que entrei na faculdade (e isso foi a nível de provas e reprovação) e eu chorei muito mais, me martirizei muito mais, mas como vc e minha mãe me disseram, de que vale tudo isso ? A vida é muito mais. NÓS somos muito mais !

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    1. Fico feliz que tenha gostado e se identificado, seguirei os mesmo passou que você, farei diferente esse ano e espero que no próximo eu consiga resultados melhores.
      Sua mãe tem toda razão, sabe? Melhor uma vida cheia de altos e baixos do que uma vida totalmente igual e sem histórias pra contar.

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